terça-feira, 3 de abril de 2012


Mercado de Games Dribla Pirataria 


        Se 2011 foi um ano ruim para a economia, o mesmo não aconteceu com as empresas que criam e distribuem games. Elas estão rindo à toa. Enquanto o mundo real aperta o cinto, os jogos eletrônicos batem recordes.



        No ano passado, o mercado movimentou 125 bilhões de reais, um crescimento de 7% em relação a 2010. O faturamento vem desde a venda de jogos para consoles até aplicativos para smartphones. Segundo a consultoria especializada em games DFC Intelligence, o mercado deve crescer 20% até 2016. Esse aumento será impulsionado pelo sucesso de jogos casuais como é o caso dos comandados por sensores de movimento como o Kinect, pelo relançamento de clássicos dos videogames e pela disseminação da cultura “freemium”, em que jogos gratuitos vendem itens para melhorar a experiência do jogador ou exibem anúncios.
       Quando comparados a outras formas de entretenimento, o sucesso do mercado de games fica ainda mais evidente. Lançado no final do ano passado, o Call of Duty Modern Warfare 3 faturou 775 milhões de dólares na primeira semana de vendas. É mais do que a bilheteria de filmes, como Harry Potter e as Relíquias da Morte, Crepúsculo e Transformers (veja quadro mais abaixo). “A popularização de games controlados por sensores atraiu um público mais amplo”, disse Guilherme Camargo, diretor de marketing da Microsoft e responsável pelo Xbox 360 no Brasil. “Mulheres, idosos e crianças passaram a consumir games.” E com isso aumentou o número de vendas desses produtos.
       Alguns fatores explicam o bom momento do mercado de jogos. Um deles é o combate à pirataria. Grande vilã da indústria nos anos 90 e 2000, a pirataria diminuiu graças à popularização dos jogos online. Embora ainda seja fácil fazer cópias dos títulos mais populares dos consoles, a prática perdeu adeptos graças aos mecanismos criados para barrar os jogos falsificados nas redes usadas para disputar partidas multiplayer. Hoje, grande parte da diversão de alguns títulos está nos jogos online.
         Outro filão que promete render são os remakes. Os jogos clássicos são relançados para aproveitar todos os recursos da atual geração de consoles. Um exemplo é a reedição de Halo: Combat Evolved. O jogo chegou às prateleiras em 2001 e, neste ano vai ganhar um upgrade com gráficos em alta definição. Já o Grand Theft Auto 3, que vendeu muito no início da década de 2000, também está de volta. Com uma diferença: seu retorno é exclusivo para iPad.
        Há pouco tempo, as produtoras estrangeiras temiam o alto índice de pirataria dos jogos e olhavam com restrições para o mercado brasileiro. A preocupação tem fundamento. Estudo da Fecomercio (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo) mostra que 60% dos 300 milhões de reais movimentados por ano no Brasil estão no mercado de cópias piratas e contrabando. Apesar disso, as empresas querem aproveitar o bom momento da economia brasileira. “Ter o Neymar na capa mundial do Pro Evolution Soccer é uma demonstração de que a Konami vê o país como uma de suas prioridades”, disse a INFO Aníbal Vera, diretor da Konami no Brasil. A Konami não é a única a olhar para o Brasil. Blizzard e Activision lançaram oficialmente no país seus grandes jogos, como Batman e World of Warcraft. Melhor em setembro, a Microsoft começou a fabricar o console Xbox 360 na Zona Franca de Manaus. O reflexo da estratégia já foi sentido no bolso. O preço do console caiu em média 40%. “Ainda há margem para diminuir o valor dos jogos”, diz Vera. “Um projeto de Lei poderá diminuir a carga de impostos.”
     Incentivados pelo sucesso da Lei da Informática, que reduziu a cobrança de impostos sobre computadores populares, uma comissão da Câmara dos Deputados aprovou proposta para que os jogos eletrônicos passem a ter os mesmos benefícios. Assim, os games importados podem ter uma redução de até 45% em seus preços ao consumidor. 

"Os jogadores brasileiros mais do que agradecem"


Matéria veiculada no site da exame info de 14 de março: escrito por Juliano Barreto
http://info.abril.com.br/noticias/tecnologia-pessoal/uma-nova-midia-milionaria-14032012-12.shl


terça-feira, 20 de março de 2012


Cresce venda de Consoles


    Segundo pesquisas realizadas pela GfK Consumer Choices, cresce as vendas de consoles em territorio brasileiro, os dados apontam um crescimento de 53% em relação ao ano anterior.
      De acordo com o levantamento em 2011 foram vendidas 935 mil unidades, ante 642 mil unidades em 2010, isso excluindo-se os consoles vendidos no mercado informal. Esse aumento se deve a uma queda no preço do produto, que leva a um deslocamento do mercado informal para o formal.



"O que está acontecendo é a migração de compras feitas no mercado informal para o oficial", disse o gerente de negócios de entretenimento da GfK Consumer Choices, Oliver Römerscheidt.
    Não foram citadas as marcas de consoles mais vendidas no Brasil, porém alguns preços chegaram a recuar até 27% no ano passado. O que demonstra que a cada ano o mercado e a industria de games se mantém aquecida, e a expectativa e que esse número aumente já que outras empresas do ramo pretendem abrir fábricas no nosso território viabilizando o preço desses produtos.
    

sexta-feira, 16 de março de 2012

Evolução do Franchising Nacional



        E cada ano que passa mais se utiliza o sistema de franquias para expansão de negócios. No ranking internacional, o Brasil perde somente para Coreia do sul, Estados Unidos e China em número de marcas franqueadas. Em um negocio independente dificilmente se consegue manter a competitividade por falta de escala e de capilaridade para criar barreiras para a concorrência.
       O que está em evidência é o quanto é possível ampliar a atuação dos negócios, em diversos mercados, em menor espaço de tempo, com menores custos e com um controle total, e nestes aspectos, dos modelos de expansão citados, o franchising é o que oferece mais vantagens para as partes envolvidas: franqueado e franqueador.
       No comercio, nota-se que mais de 70% dos negocio em shopping center fazem parte de alguma rede de franquia. O franchising ressuscita marcas (temos vários exemplos no mercado que comprovam isso), gera valor ao negócio e à marca, cria barreira para a concorrência, gera empregos diretos e indiretos, reduz a informalidade no País.
       O crescimento das empresas que utilizam o sistema de franquias para expansão de seus negócios é exponencial, acredite quem quiser, por hein ainda pouco se investe em cidades do interior. E vê-se um acesso mais restrito as grandes marcas nessas cidades, e com games não é diferente que graças à carência de redes especializadas que forneçam produtos de qualidade e originas se limitam a produtos ilegais de baixa qualidade. Essa é umas missões da V12 Games levar a possibilidade de conhecer esse mercado que cresce a cada dia mais, e ao empreender oferecer solidez, e trabalhar com diversão uma tendência mundial.


*Fonte: Portal sua Franquia